Durante a eleição do Cointa (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Taquari), nesta sexta-feira (16), o prefeito de Coxim Edilson Magro que compõe a nova Secretaria Executiva no cargo de conselheiro, sugeriu ao consórcio e aos prefeitos, que se busque uma solução para privatização da BR-163 e uma discussão mais ampla, visando alterar a Lei 328/82 que proíbe a instalação de usinas de açúcar e álcool na Bacia do Alto Paraguai.
BR-163
Privatizada em 2014 e administrada pelo grupo CCR em Mato Grosso do Sul, as obras de duplicação da rodovia BR-163 estão paradas há anos, existem lugares que a duplicação foi abandonada, aos olhos de quem utiliza a rodovia, percebe-se apenas serviços paliativos e a cobrança de pedágio. Esses são alguns dos motivos que levou o prefeito Edilson Magro a levantar essa discussão juntos aos prefeitos das cidades consorciadas.
Na época da licitação da rodovia, especulava-se que com a privatização, muitas melhorias seriam feitas aos longos 847 km, contemplando 20 municípios sul-mato-grossenses, principalmente a duplicação. Cabe ressaltar que a BR-163 é uma das principais vias de escoamento da produção de grãos das regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil.
A empresa tinha um prazo de no máximo cinco anos para duplicar a rodovia com investimentos de cerca de R$ 5,69 bilhões, com uma previsão de arrecadação de R$ 18,8 bilhões, conforme estimativa do governo federal. Porém, por várias vezes, a empresa se queixou de queda na arrecadação, motivo que teria levado a interromper as obras na rodovia.
O chefe do executivo acredita na força do Cointa que compõe 14 municípios, sendo que pelo menos 6 deles margeiam a Br-163 e os demais dependem diretamente da rodovia, para trazer uma alternativa de melhoria, ou quem sabe, uma nova empresa assuma a rodovia e terminar as obras.
Usinas
Há 40 anos foi criada uma lei que proíbe a instalação de usinas de açúcar e álcool na Bacia do Alto Paraguai, a Lei 328/82, mas entende-se que a lei é ultrapassada, uma vez que as normas e a forma com que a produção de álcool e açúcar é feita hoje é muito mais tecnológica e não agride o meio ambiente, ademais, a geração de emprego, tão importante na região norte do Estado de Mato Grosso do Sul, em sua maior parte seria solucionada com a instalação dessas usinas na região do Alto Paraguai.
Edilson Magro sabe que esse tema deve ser um debate mais árduo, pois envolve líderes políticos contra e a favor, ambientalistas, empresários e principalmente, a população que busca emprego.
Para ele, a instalação dessas usinas e o plantio da cana-de-açúcar, não seria necessariamente no Pantanal, mas sim, no que se chama de parte alta, região do cerrado compreendida entre os municípios de Coxim a Alcinópolis, ou seja, do lado direito da BR-163 sentido Leste.
Além de usinas, a busca por fábricas e outras grandes empresas, seria importante para o desenvolvimento da região norte, uma das mais pobres do Estado.
Em 2005, a discussão sobre a instalação de usinas ganhou destaque, causando intensas discussões entre a sociedade, ambientalistas e autoridades. A pedido de 17 prefeitos, o governador da época Zeca do PT encaminhou um Projeto de Lei (170/05) que alterava a lei de 1982.
Mas por justificativa de inconstitucionalidade, por ferir o Artigo 225 da Constituição Federal, o então deputado estadual Roberto Orro, votou contra a alteração da Lei. O deputado estadual Pedro Kemp, líder do governo na Assembleia, criou a Frente de Defesa do Pantanal composta por 16 deputados, e também se posicionou contrário.
Egon Krakhecke vice-governador, também se manifestou contra a instalação de usinas, porém, enfatizou a preocupação do governador. Para ele, a Bacia do Paraná poderia servir para plantio da cana, sem que ocorresse riscos ambientais.
Quem acreditava na proposta de instalação das usinas para o desenvolvimento econômico dos 17 municípios localizados na Bacia do Alto Pantanal, era o então secretário de Produção e Turismo, Dagoberto Nogueira.
Para voltar a discussão, o prefeito Edilson Magro busca o apoio do deputado federal Dagoberto Nogueira, dos prefeitos das cidades integrantes do Cointa e demais autoridades e sociedade, que acreditam que a instalação de usinas e fábricas de forma racional, sem prejudicar o meio ambiente é uma das formas de gerar emprego e trazer o desenvolvimento da região norte do Estado.
Considerado o maior evento da categoria de Mato Grosso do Sul, durante dois dias haverá formação prática e no terceiro a palestra com um dos maiores empreendedores de rua do Brasil, Valdir do “Pipoca do Valdir”
O Processo Seletivo visa a formação de cadastro de reserva de profissionais para trabalharem no Hospital Regional Álvaro Fontoura em Coxim.
As vagas de trabalho são para auxiliar administrativo, fiscal de loja, conferente, operador de empilhadeira, faturista e atendente de balcão.
O contribuinte que não recebeu o carnê, poderá se dirigir a Gerência de Receitas e Tributos, para emissão da parcela única ou da primeira parcela, sem juros e multas, bem como, o desconto de 20% para o pagamento a vista ou com 10% de desconto para o pagamento parcelado.
Foram lançados quatro editais convocando candidatos aprovados em Processos Seletivos para atuarem em diversas áreas, para contratação temporária.
Além do recebimento em domicílio, o contribuinte pode retirá-lo no site da prefeitura